
"O MDMA (metilenedioximetamfetamina), mais conhecido por ecstasy, é uma droga moderna sintetizada (feita em laboratório), neurotóxica, cujo efeito na fisiologia humana é o bloqueio da reabsorção da serotonina, dopamina e noradrenalina no cérebro, causando euforia, sensação de bem-estar, alterações da percepção sensorial do consumidor e grande perda de líquidos. As alterações ao nível do tacto promovem o contacto físico, embora não tenha propriedades afrodisíacas, como se pensa.
É vendido sob a forma de comprimidos e ocasionalmente em cápsulas. Embora estudos mostrem que a neurotoxicidade do ecstasy não cause danos permanentes em doses recreativas, ainda suspeita-se que o consumo de ecstasy cause tais danos a cada dose, e perigo de desenvolvimento de doenças psicóticas (e.g. esquizofrenia). Os estudos a respeito do ecstasy em humanos são pouco difundidos por questões legais que proíbem ministrar doses de MDMA para humanos.
É vendido sob a forma de comprimidos e ocasionalmente em cápsulas. Embora estudos mostrem que a neurotoxicidade do ecstasy não cause danos permanentes em doses recreativas, ainda suspeita-se que o consumo de ecstasy cause tais danos a cada dose, e perigo de desenvolvimento de doenças psicóticas (e.g. esquizofrenia). Os estudos a respeito do ecstasy em humanos são pouco difundidos por questões legais que proíbem ministrar doses de MDMA para humanos.
História
O registo da patente do MDMA foi pedido a 24 de Dezembro de 1912 pela empresa farmacêutica Merck, após ter sido sintetizada para a empresa, pelo químico alemão Anton Köllisch em Darmstadt nesse mesmo ano. [1][2] A patente foi aceita em 1914, e quando Anton Köllisch morreu em 1916, este ainda não sabia do impacto que o MDMA teria.
O MDMA foi sintetizado com a finalidade de ser usado como um redutor do apetite, mas nunca foi usado com essa finalidade [3]. Em 1960, foi redescoberto, sendo indicado como elevador do estado de ânimo e complemento nas psicoterapias. O uso recreativo surgiu em 1970 nos EUA. Em 1977, foi proibido no Reino Unido e em 1985 nos EUA. O uso do ecstasy concentra-se nas boates, casas noturnas e em festas Rave.
O MDMA foi sintetizado com a finalidade de ser usado como um redutor do apetite, mas nunca foi usado com essa finalidade [3]. Em 1960, foi redescoberto, sendo indicado como elevador do estado de ânimo e complemento nas psicoterapias. O uso recreativo surgiu em 1970 nos EUA. Em 1977, foi proibido no Reino Unido e em 1985 nos EUA. O uso do ecstasy concentra-se nas boates, casas noturnas e em festas Rave.
Experiência
Dependendo da quantidade ingerida, o MDMA demora tipicamente 30-60 minutos a surtir efeito. Ao contrário de outros psicoactivos, o efeito do MDMA é muito rápido: muitas vezes quando o consumidor se apercebe que os efeitos estão a surgir, já estes se encontram muito próximos do pico. A quantidade de MDMA em cada comprimido varia, em média, entre 30 e 100 mg, dependendo da pureza da sua composição e da tolerância do consumidor.
A duração do efeito é de cerca de 3 a 4 horas, quando ingerido oralmente, podendo ter duração de até 06 horas. Existe, porém, um período de tempo acrescido associado ao declínio dos efeitos primários em que o consumidor tem a percepção da persistência dos efeitos, embora não possam ser considerados a verdadeira experiência, isto é, os efeitos primários. Neste período ocorrem freqüentemente insónias (devido ao estado de agitação), coceiras, reaçoes musculares como espasmos involuntários, espasmos do maxilar, dor de cabeça,visão turva, manchas roxas na pele, movimentos descontrolados de vários membros principalmente braços e pernas.
Durante o período de intensidade do ecstasy podem surgir circunstâncias perigosas: náuseas, desidratação, hipertermia, hiponatrémia. Estes sintomas são frequentemente ignorados pelo consumidor devido ao estado de despreocupação e bem-estar provocados pela droga, o que pode ocasionar exaustão, convulsões e mesmo a morte. Assim, tornou-se frequente ver os consumidores em raves e clubes de dança dotados de garrafas de água ou bebidas energéticas. Quando ingerido com bebidas alcoolicas pode ocasionar num choque cardiorrespiratório levando ao óbito.
Em termos de efeitos secundários, o MDMA provoca frequentemente variações de humor nos dias seguintes; alguns indivíduos registram períodos depressivos. Alguns indivíduos também registram a ocorrência de erupções cutâneas (espinhas) no rosto nos dias subsequentes ao uso.
Também pode acarretar perda de memória parcial para usuários muito freqüentes; essa perda de memória é reversível, caso a pessoa pare de consumir a substância por alguns meses. Imediatamente à cessação dos efeitos primários, prevalece também a falta de apetite o que deve ser activamente combatido para repor a energia gasta durante as baladas.
O relato de um usuário acerca dos efeitos da droga descreve inicialmente uma sensação de tontura semelhante a de embriaguez. Essa sensação é a primeira manifestação da droga. Em seguida perde-se a sensação de peso do corpo, e sente-se como se estivesse flutuando. A partir daí todos ao seu redor parecem amigos, e sente-se uma forte atração física por todos. Cerca de 20 minutos após a manifestação inicial, começam formigamentos que, segundo relatos, se assemelham a repetitivos orgasmos por todo o corpo. Os efeitos da droga ficam oscilando entre momentos com fortes efeitos, e momentos em que os efeitos passam. Dependendo da quantidade que foi ingerida, quando os efeitos passarem o indivíduo vai se sentir desanimado, querendo "voltar pra casa". Ao deitar, os sintomas causados pela febre alta vão dificultar o adormecimento, e serão horas de tremores, suor frio intenso e náuseas, acompanhados de pensamentos frenéticos e irritação causada pela alta sensibilidade dos sentidos.
Por agir no Sistema Nervoso Central, mais especificamente no Sistema Serotonérgico o humor pode tornar-se instável após o consumo da substância. Portanto recomenda-se nos dias após a experiência o consumo de alimentos que induzem a liberação de serotonina (como o chocolate e o abacaxi) e também alimentos ricos em triptofano (precursor da serotonina).
Não é aconselhável a mistura do Ecstasy com outras substâncias. Para minimizar possíveis efeitos colaterais do Ecstasy aconselha-se o consumo de anti-oxidantes (vitaminas B2, B6, B12, C,etc...) alguns dias antes do consumo da substância. Devido à alta neurotoxicidade também é importante dar um intervalo entre um consumo e outro (o ideal seriam cerca de 6 meses) e evitar consumir grandes quantidades (no máximo um a dois comprimidos por evento).
Atualmente a droga pode conter diversos elementos ainda mais prejudiciais além dos descritos, MDA (possui mais efeitos negativos que o MDMA), anfetaminas, Ketamina."
A duração do efeito é de cerca de 3 a 4 horas, quando ingerido oralmente, podendo ter duração de até 06 horas. Existe, porém, um período de tempo acrescido associado ao declínio dos efeitos primários em que o consumidor tem a percepção da persistência dos efeitos, embora não possam ser considerados a verdadeira experiência, isto é, os efeitos primários. Neste período ocorrem freqüentemente insónias (devido ao estado de agitação), coceiras, reaçoes musculares como espasmos involuntários, espasmos do maxilar, dor de cabeça,visão turva, manchas roxas na pele, movimentos descontrolados de vários membros principalmente braços e pernas.
Durante o período de intensidade do ecstasy podem surgir circunstâncias perigosas: náuseas, desidratação, hipertermia, hiponatrémia. Estes sintomas são frequentemente ignorados pelo consumidor devido ao estado de despreocupação e bem-estar provocados pela droga, o que pode ocasionar exaustão, convulsões e mesmo a morte. Assim, tornou-se frequente ver os consumidores em raves e clubes de dança dotados de garrafas de água ou bebidas energéticas. Quando ingerido com bebidas alcoolicas pode ocasionar num choque cardiorrespiratório levando ao óbito.
Em termos de efeitos secundários, o MDMA provoca frequentemente variações de humor nos dias seguintes; alguns indivíduos registram períodos depressivos. Alguns indivíduos também registram a ocorrência de erupções cutâneas (espinhas) no rosto nos dias subsequentes ao uso.
Também pode acarretar perda de memória parcial para usuários muito freqüentes; essa perda de memória é reversível, caso a pessoa pare de consumir a substância por alguns meses. Imediatamente à cessação dos efeitos primários, prevalece também a falta de apetite o que deve ser activamente combatido para repor a energia gasta durante as baladas.
O relato de um usuário acerca dos efeitos da droga descreve inicialmente uma sensação de tontura semelhante a de embriaguez. Essa sensação é a primeira manifestação da droga. Em seguida perde-se a sensação de peso do corpo, e sente-se como se estivesse flutuando. A partir daí todos ao seu redor parecem amigos, e sente-se uma forte atração física por todos. Cerca de 20 minutos após a manifestação inicial, começam formigamentos que, segundo relatos, se assemelham a repetitivos orgasmos por todo o corpo. Os efeitos da droga ficam oscilando entre momentos com fortes efeitos, e momentos em que os efeitos passam. Dependendo da quantidade que foi ingerida, quando os efeitos passarem o indivíduo vai se sentir desanimado, querendo "voltar pra casa". Ao deitar, os sintomas causados pela febre alta vão dificultar o adormecimento, e serão horas de tremores, suor frio intenso e náuseas, acompanhados de pensamentos frenéticos e irritação causada pela alta sensibilidade dos sentidos.
Por agir no Sistema Nervoso Central, mais especificamente no Sistema Serotonérgico o humor pode tornar-se instável após o consumo da substância. Portanto recomenda-se nos dias após a experiência o consumo de alimentos que induzem a liberação de serotonina (como o chocolate e o abacaxi) e também alimentos ricos em triptofano (precursor da serotonina).
Não é aconselhável a mistura do Ecstasy com outras substâncias. Para minimizar possíveis efeitos colaterais do Ecstasy aconselha-se o consumo de anti-oxidantes (vitaminas B2, B6, B12, C,etc...) alguns dias antes do consumo da substância. Devido à alta neurotoxicidade também é importante dar um intervalo entre um consumo e outro (o ideal seriam cerca de 6 meses) e evitar consumir grandes quantidades (no máximo um a dois comprimidos por evento).
Atualmente a droga pode conter diversos elementos ainda mais prejudiciais além dos descritos, MDA (possui mais efeitos negativos que o MDMA), anfetaminas, Ketamina."
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