"Cannabis é o género botânico de algumas plantas, das quais a mais famosa é a Cannabis sativa, da qual se produz o haxixe e a maconha. Além desta, são também conhecidas a Cannabis indica e a Cannabis ruderalis, sendo esta última, com muito menor quantidade de THC (6,9-Tetra-hidro-canabinol - principal princípio psico-ativo da Cannabis), cultivada em países com a China e Canadá para a produção de cânhamo, utilizado na indústria têxtil.
O cultivo da C. sativa é ilegal em quase todo o mundo. Nos Países Baixos a venda de pequenas quantidades desta espécie é tolerada em estabelecimentos comerciais denominados "coffee shops", onde o consumo é também permitido. No Brasil está disponível nas "Bocas de Fumo", mas seu consumo é proibido. Várias empresas trabalham para o melhoramento genético, não por engenharia genética como muitas vezes é afirmado, mas através de sucessivos cruzamentos e selecção de diferentes variedades da planta.
A Cannabis indica diferencia-se da Cannabis sativa por ser mais rasteira, além de produzir mais resina rica em alcalóides que induzem ao relaxamento muscular e sedativo, enquanto a Cannabis sativa tem menos resina e uma combinação de substâncias activas que proporcionam um efeito menos sedativo e mais eufórico. Na Europa, Estados Unidos e Canadá, a Cannabis sativa e as espécies indica/ruderalis têm sido entrecruzadas desde os anos setenta, dando origem às chamadas variedades híbridas, dentre as quais o skunk é talvez a mais famosa. No Brasil, a Cannabis sativa é predominante já que se adapta perfeitamente a climas tropicais.
Alguns estudos defendem que o uso da cannabis provoca perda de concentração e memória a longo prazo (mais de 15 anos de uso, todos os dias, diminuiu essas aptidões em cerca de 2 a 3%).
A cannabis, além de conter o THC, foi utilizada durante milênios como planta medicinal, além de fornecer fibras e celulose para a indústria de tecidos e papel (industrialmente, a cannabis é mais conhecida como cânhamo).
O cultivo da C. sativa é ilegal em quase todo o mundo. Nos Países Baixos a venda de pequenas quantidades desta espécie é tolerada em estabelecimentos comerciais denominados "coffee shops", onde o consumo é também permitido. No Brasil está disponível nas "Bocas de Fumo", mas seu consumo é proibido. Várias empresas trabalham para o melhoramento genético, não por engenharia genética como muitas vezes é afirmado, mas através de sucessivos cruzamentos e selecção de diferentes variedades da planta.
A Cannabis indica diferencia-se da Cannabis sativa por ser mais rasteira, além de produzir mais resina rica em alcalóides que induzem ao relaxamento muscular e sedativo, enquanto a Cannabis sativa tem menos resina e uma combinação de substâncias activas que proporcionam um efeito menos sedativo e mais eufórico. Na Europa, Estados Unidos e Canadá, a Cannabis sativa e as espécies indica/ruderalis têm sido entrecruzadas desde os anos setenta, dando origem às chamadas variedades híbridas, dentre as quais o skunk é talvez a mais famosa. No Brasil, a Cannabis sativa é predominante já que se adapta perfeitamente a climas tropicais.
Alguns estudos defendem que o uso da cannabis provoca perda de concentração e memória a longo prazo (mais de 15 anos de uso, todos os dias, diminuiu essas aptidões em cerca de 2 a 3%).
A cannabis, além de conter o THC, foi utilizada durante milênios como planta medicinal, além de fornecer fibras e celulose para a indústria de tecidos e papel (industrialmente, a cannabis é mais conhecida como cânhamo).
Uso Comercial
A Cannabis produz uma fibra extremamente forte que é usada na fabricação de linhas e papel. De suas sementes extrai-se um óleo que pode ser usado como combustível. Além disso, suas flores e sementes podem ser utilizadas em comidas variadas. Portanto tem um grande potencial comercial, explorado em alguns países.
No Egito Antigo esta erva era utilizada como uma espécie de papel."
No Egito Antigo esta erva era utilizada como uma espécie de papel."
In wikipedia.org
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